
É a segunda adaptação desse romance de Oscar Wilde para as telonas que eu assisito. Fico achando que a linguagem para cinema, ou melhor, a intenção de atingir um determinado público impede que o resultado final seja legal.
Esta versão de 1945 supera e muito a apelativa de 2010, mas não acerta o alvo, em minha opinião. O foco nunca parece estar no cultivo do prazer pelo personagem, ou ainda, o foco foge do personagem central por vezes para dar lugar a um conto de arrependimento, um alerta sobre o que desejamos e o mal que isso nos pode fazer.
Ponto alto é a pintura de Dorian deteriorada por sua conduta moral diferenciada. A imagem é impactante, a gente gosta e acredita numa maldade maior quando vê aquilo. Ponto fraco é o ator engomadinho que interpreta Dorian.
Nota: 6,5
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